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O Deus que traz esperança em meio ao sofrimento (Lamentações 3:1; 17-26; 29-33)
IPB Alvorada 05/09/10.
Tema: Esperança
Texto Bíblico de:
“Lamentações 3:1;17-26; 29-33”
17- Afastou a paz de minha alma; esqueci-me do bem. 18- Então, disse eu: já pereceu a minha glória, como também a minha esperança no Senhor. 19- Lembra-te da minha aflição e do meu pranto, do absinto e do veneno. 20- Minha alma, continuamente, os recorda e se abate dentro de mim. 21- Quero trazer à memória o que me pode dar esperança. 22- As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; 23- renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade. 24- A minha porção é o Senhor, diz a minha alma; portanto, esperarei nele. 25- Bom é o Senhor para os que esperam por ele, para a alma que o busca. 26- Bom é aguardar a salvação do Senhor, e isso, em silêncio.
29- ponha a boca no pó; talvez ainda haja esperança. 30- Dê a face ao que o fere; farte-se de afronta. 31- O Senhor não rejeitará para sempre; 32- pois, ainda que entristeça a alguém, usará de compaixão segundo a grandeza das suas misericórdias; 33- porque não aflige, nem entristece de bom grado os filhos dos homens.
Introdução:
Os sofrimentos que a vida nos proporciona por conta dos nossos erros, das nossas falhas e dos nossos pecados, além da nossa fragilidade traz-nos um sentimento de inação da parte de Deus para conosco.
Narração:
O sofrimento vem por várias causas internas e externas. Ver a questão do pecado de Israel e do sofrimento do profeta.
Título:
“O Deus que traz Esperança em meio ao sofrimento”
1o) O sofrimento gera crise na fé:
(Vv.17-18: 17- Afastou a paz de minha alma; esqueci-me do bem. 18- Então, disse eu: já pereceu a minha glória, como também a minha esperança no Senhor.)
1. O sofrimento traz perda de paz.
2. O sofrimento traz pessimismo.
3. O sofrimento traz desesperança.
(Vv.21-23: 21- Quero trazer à memória o que me pode dar esperança. 22- As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; 23- renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade.)
1. A misericórdia do Senhor nos sustenta.
2. A misericórdia do Senhor é eterna.
3. A misericórdia do Senhor é sempre nova.
4. A misericórdia do Senhor é fruto de sua fidelidade.
3o) A Esperança no Senhor traz-nos restauração:
(Vv.29-33: 29- ponha a boca no pó; talvez ainda haja esperança. 30- Dê a face ao que o fere; farte-se de afronta. 31- O Senhor não rejeitará para sempre; 32- pois, ainda que entristeça a alguém, usará de compaixão segundo a grandeza das suas misericórdias; 33- porque não aflige, nem entristece de bom grado os filhos dos homens.)
1. A restauração do Senhor traz quebrantamento de oração.
2. A restauração do Senhor traz quebrantamento de atitude.
3. A restauração do Senhor traz reconhecimento de pecado e da necessidade da correção.
Conclusão:
Amados, mesmo que passemos por vales áridos de sofrimento podemos crer na ação do Senhor em nosso favor. O Deus que cremos é fiel e sempre tem o melhor para as nossas vidas, ainda que esse melhor não seja exatamente o que queremos que Ele faça. Assim como Jeremias, no meio de sua dor e de sua crise procurou lembrar-se da ação do Senhor, assim também nós devemos fazê-lo ainda hoje.
Aplicação:
Vamos exercitar a nossa mente e o nosso coração buscando reconhecer na história da nossa vida a ação misericordiosa de Deus.
Em Cristo Jesus. A quem seja toda a Glória, Honra e Louvor por toda a eternidade. Amém.
Rev. Alessandro Capelari.
As características de uma fé vitoriosa (Lucas 7:1-10)
IPB Alvorada 29/08/10.
Texto Bíblico de:
“Lucas 7:1-10”
1- Tendo Jesus concluído todas as suas palavras dirigidas ao povo, entrou em Cafarnaum. 2- E o servo de um centurião, a quem este muito estimava, estava doente, quase à morte. 3- Tendo ouvido falar a respeito de Jesus, enviou-lhe alguns anciãos dos judeus, pedindo-lhe que viesse curar o seu servo. 4- Estes, chegando-se a Jesus, com instância lhe suplicaram, dizendo: Ele é digno de que lhe faças isto; 5- porque é amigo do nosso povo, e ele mesmo nos edificou a sinagoga. 6- Então, Jesus foi com eles. E, já perto da casa, o centurião enviou-lhe amigos para lhe dizer: Senhor, não te incomodes, porque não sou digno de que entres em minha casa. 7- Por isso, eu mesmo não me julguei digno de ir ter contigo; porém manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado. 8- Porque também eu sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados às minhas ordens, e digo a este: vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem; e ao meu servo: faze isto, e ele o faz. 9- Ouvidas estas palavras, admirou-se Jesus dele e, voltando-se para o povo que o acompanhava, disse: Afirmo-vos que nem mesmo em Israel achei fé como esta. 10- E, voltando para casa os que foram enviados, encontraram curado o servo.
Introdução:
Temos falado já há algumas semanas sobre a importância da fé na vida do crente. Afinal de contas o próprio termo “crente” provém do pressuposto de alguém que crê, alguém que tem fé. A Bíblia nos afirma que a fé é fundamental para a vida cristã.
1. Somos salvos mediante a fé; (Ef.2:8)
2. Agradamos a Deus pela fé; (Hb.11:6)
3. Temos a remissão de pecados pela fé; (At.10:43; Rm. 3:25)
4. Somos santificados por meio da fé; (At.15:9; 26:18)
5. Somos edificados pela fé; (1Tm.1:4; Jd.20)
6. Recebemos Vida Eterna pela fé; (Jo.3:15-16; 6:40,47)
O texto lido nos fala deste grande valor que tem a fé.
Narração:
Ao observarmos o contexto em que está inserida esta porção da Palavra de Deus veremos que Jesus acabara de proferir o seu sermão do monte onde ele discorrera acerca dos fundamentos básicos da fé cristã (Mt.5-7):
1. As bem-aventuranças;
2. O testemunho dos discípulos (sal e luz);
3. O relacionamento com a Lei;
4. Homicídio;
5. Adultério;
6. Juramentos;
7. Vingança;
8. Amor ao próximo;
9. A prática da justiça;
10. Ajuda aos necessitados (esmolas);
11. Como se deve orar (O Pai Nosso);
12. Jejum;
13. Tesouros no céu;
14. Luz e trevas;
15. Os dois senhores;
16. A preocupação com a vida (ansiosa solicitude pela vida);
17. O julgamento ao próximo (juízo temerário);
18. Não dar o que é santo aos cães;
19. Persistência na oração;
20. As portas larga e estreita (as duas estradas);
21. Os falsos profetas (árvore e os frutos);
22. Os dois fundamentos (edificadores fiéis);
23. Fim do sermão (autoridade de Jesus);
Logo depois, Ele cura um leproso e já se encontra com este Centurião. A Bíblia apresenta os centuriões do N.T. como sendo pessoas que tiveram atitudes dignas de admiração:
1. O que participou do momento da crucificação de Jesus (Lc.23:47);
2. Cornélio (At.10:2);
3. Dois outros centuriões que ajudaram ao Apóstolo Paulo (At.23:17-18; 27:43).
Aqui no texto encontramos outro exemplo de um centurião de caráter a tal ponto que os seus amigos o reconheciam por isso. (Vv.4-5: 4- Estes, chegando-se a Jesus, com instância lhe suplicaram, dizendo: Ele é digno de que lhe faças isto; 5- porque é amigo do nosso povo, e ele mesmo nos edificou a sinagoga.) Sendo ele romano, tornou-se amigo e benfeitor para com os judeus, edificando-lhes a sinagoga. Isso aponta inclusive para uma simpatia pelo judaísmo da época.
Outra grande característica desse centurião é que o texto nos mostra que ele era um homem de fé. E esta fé é diferenciada, elogiada até por Jesus. (V.9: Ouvidas estas palavras, admirou-se Jesus dele e, voltando-se para o povo que o acompanhava, disse: Afirmo-vos que nem mesmo em Israel achei fé como esta.) Mas o que será que essa fé que o centurião demonstrou tinha de especial aos olhos de Jesus?
Uma fé que foi elogiada mesmo sendo o centurião um homem gentio, alguém que ainda não fazia parte nem dos judeus nem dos novos cristãos. É exatamente isso que veremos hoje:
Título:
“AS CARACTERÍSTICAS DE UMA FÉ VITORIOSA!”
(Vv.2-3: 2- E o servo de um centurião, a quem este muito estimava, estava doente, quase à morte. 3- Tendo ouvido falar a respeito de Jesus, enviou-lhe alguns anciãos dos judeus, pedindo-lhe que viesse curar o seu servo.)
ü Pedis e não recebeis por que pedis mal...
ü Jesus foi compassivo, o centurião também o foi.
ü O centurião não queria nada pra ele. Ele poderia pedir algo a Jesus, com certeza ele teria alguma coisa a pedir, mas preferiu priorizar o sofrimento do seu servo.
ü Esse é o tipo de fé que não é usada em benefício próprio.
2o) Uma fé que gera HUMILDADE:
(Vv.4-6: 4- Estes, chegando-se a Jesus, com instância lhe suplicaram, dizendo: Ele é digno de que lhe faças isto; 5- porque é amigo do nosso povo, e ele mesmo nos edificou a sinagoga. 6- Então, Jesus foi com eles. E, já perto da casa, o centurião enviou-lhe amigos para lhe dizer: Senhor, não te incomodes, porque não sou digno de que entres em minha casa.)
ü O seus amigos diziam da sua dignidade e ele reconhecia a sua indignidade.
ü O que se humilha, Deus exaltará.
ü Humilhai-vos, portanto...
ü Esse é o tipo de fé que reconhece a fragilidade humana.
3o) Uma fé que RECONHECE A AUTORIDADE DE JESUS:
(Vv.7-8: 7- Por isso, eu mesmo não me julguei digno de ir ter contigo; porém manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado. 8- Porque também eu sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados às minhas ordens, e digo a este: vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem; e ao meu servo: faze isto, e ele o faz.)
ü Não há outro nome dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos.
ü O centurião sabia da autoridade da palavra de Jesus. Não precisava nem de sua presença física.
ü Essa é a fé que não precisa de fetiches, pois conhece o caráter do poder de Deus.
4o) Uma fé que TOCA O CORAÇÃO DE DEUS:
(V.9-10: 9- Ouvidas estas palavras, admirou-se Jesus dele e, voltando-se para o povo que o acompanhava, disse: Afirmo-vos que nem mesmo em Israel achei fé como esta. 10- E, voltando para casa os que foram enviados, encontraram curado o servo.)
ü A fé desse centurião pode ser comparada à fé que o Mestre pedia que os seus discípulos tivessem.
ü É como se Jesus estivesse dizendo aos seus discípulos que esse homem estava praticando os conceitos ensinados no sermão do monte.
ü Ele cria na autoridade de Jesus, mais até do que na pessoa, no corpo físico de Jesus.
ü Esse é o tipo de fé que sabe quem é Deus.
Conclusão:
Amados, esse é o estilo de fé que devemos demonstrar em nossas vidas. Essa é a fé que agrada a Deus; é a fé que toca o coração do Senhor, é a fé que nos faz viver de modo diferente dos demais.
Aplicação:
O Senhor quer que creiamos mais em quem Ele é do que nas coisas que Ele faz. O Centurião tinha esse estilo de fé:
1. Uma fé que gera COMPAIXÃO;
2. Uma fé que gera HUMILDADE;
3. Uma fé que RECONHECE A AUTORIDADE DE JESUS;
4. Uma fé que TOCA O CORAÇÃO DE DEUS.
Em Cristo Jesus. A quem seja toda a Glória, Honra e Louvor por toda a eternidade. Amém.