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postheadericon Chamados para transtornar o mundo.


IPB Alvorada 01/10/09.

Tema: Vida Cristã

Chamados para transtornar o mundo

Texto Bíblico de:

Atos 17:1-9

1- Tendo passado por Anfípolis e Apolônia, chegaram a Tessalônica, onde havia uma sinagoga de judeus. 2- Paulo, segundo o seu costume, foi procurá-los e, por três sábados, arrazoou com eles acerca das Escrituras, 3- expondo e demonstrando ter sido necessário que o Cristo padecesse e ressurgisse dentre os mortos; e este, dizia ele, é o Cristo, Jesus, que eu vos anuncio. 4- Alguns deles foram persuadidos e unidos a Paulo e Silas, bem como numerosa multidão de gregos piedosos e muitas distintas mulheres. 5- Os judeus, porém, movidos de inveja, trazendo consigo alguns homens maus dentre a malandragem, ajuntando a turba, alvoroçaram a cidade e, assaltando a casa de Jasom, procuravam trazê-los para o meio do povo. 6- Porém, não os encontrando, arrastaram Jasom e alguns irmãos perante as autoridades, clamando: Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui, 7- os quais Jasom hospedou. Todos estes procedem contra os decretos de César, afirmando ser Jesus outro rei. 8- Tanto a multidão como as autoridades ficaram agitadas ao ouvirem estas palavras; 9- contudo, soltaram Jasom e os mais, após terem recebido deles a fiança estipulada.

Introdução:

Hoje a Igreja está sempre envolta a escândalos: lavagem de dinheiro, charlatanice, simonia, etc.

Tudo isso tem transtornado o nosso mundo atual. A bem da verdade, tem transtornado mais a Igreja que o mundo. Mas a Palavra nos fala de um momento em que a Igreja transtornava o mundo por conta do poder da pregação do Evangelho de Cristo.

Esse transtorno se dava pela conversão de muitas pessoas ao evangelho, com isso, as tramóias, maracutaias, negociatas, esquemas e jeitinhos aos quais estavam acostumados.

Precisamos hoje também transtornar o nosso mundo através do poder do Evangelho, mas como, ou melhor, quem são os que serão capazes de transtornar o mundo de hoje?

1o) São Cristãos acostumados com a comunhão: (V.02)

O Apóstolo Paulo tinha o costume de encontrar-se com seus irmãos nas sinagogas. Ainda vemos o autor da Carta aos Hebreus nos exortando à comunhão (Hb.10:25).

A Bíblia afirma que são bem aventurados os que não se ajuntam com os ímpios (Sl.1:1-2). Precisamos ter prazer em estarmos reunidos com os santos de Deus (Sl.16:3), pois, como nos afirma a Palavra, as más companhias e as más conversações corrompem os bons costumes (ICo.15:33).

Os que transtornam o mundo vivem sempre em comunhão e são fortalecidos nessa comunhão.

2o) São Cristãos acostumados a expor as escrituras: (Vv.03-04)

O Apóstolo Paulo era um profundo conhecedor dos conceitos Eternos. Ele conhecia a Palavra e ao converter-se teve a revelação dos conceitos do Cristianismo. Ele fez da Verdade das Escrituras a sua própria verdade. Só podem expor a Verdade os que a conhecem, estes são os discípulos.

A Palavra diz: Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará. (Jo.8:31-32) – É a Verdade que nos liberta dos conceitos aprisionantes desse mundo atual. Precisamos ser servos aprovados, que manejam bem a Palavra da Verdade. (IITm.2:15).

Os que são chamados para transtornar o mundo são hábeis na Palavra e a compartilham com paixão.

3o) São Cristãos acostumados a ser perseguidos: (V.05;07)

Hoje vivemos dias onde o conceito do pragmatismo na Igreja tem sido vastamente observado. Muitos consideram que o que importa é o que dá certo em detrimento do que é certo. Vive-se à busca de resultados ainda que para isso devamos nos conformar com os padrões atuais. O que é duramente condenado pela Palavra. (Rm.12:2)

Quando temos a coragem de romper com esses conceitos somos perseguidos pelos que não tem a visão do Reino de Deus: caretas; bobos; doidos; radicais; tapados... Esses e outros serão os adjetivos usados para nos qualificar, ou melhor, nos desqualificar.

Quem nos sustenta é Deus. Quando vivemos essa verdade o mundo nos perseguirá. Precisamos entender que não precisamos seguir os padrões desse mundo. Não precisamos ser ricos e ter sucesso, podemos sê-lo, mas não precisamos.

Os que transtornam o mundo sabem dizer não para a realidade desse mundo, ainda que percam dinheiro, fama e status. Do que adianta ganhar o mundo e perder a alma? (Mt.16:26; Mc.3:36)

Conclusão:

Amados, somos chamados a transtornar o nosso mundo. Somos chamados a fazer a diferença, a sermos o sal fora do saleiro, a dar sabor, a pregar, a honrar ao Nome do Senhor. Somos chamados à comunhão dos santos, a expormos as Escrituras com fidelidade, chamados a sofrer por amor do Nome de Jesus. Que o Senhor nos dê coragem e fortalecimento espiritual para cumprirmos o nosso chamado com temor e tremor. Em Cristo Jesus. A quem seja toda a Glória, Honra e Louvor por toda a eternidade. Amém.


Rev. Alessandro Capelari.


IPB do Jardim Alvorada.

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postheadericon Estudo sobre a oração do "Pai Nosso" - Rádio Catedral FM.


Estudo sobre a Oração do Pai Nosso

Mateus 6:5-13

5- E, quando orardes, não sejais como os hipócritas; pois gostam de orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam a sua recompensa. 6- Mas tu, quando orares, entra no teu quarto e, fechando a porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará. 7- E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque pensam que pelo seu muito falar serão ouvidos. 8- Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes. 9- Portanto, orai vós deste modo: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; 10- venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu; 11- o pão nosso de cada dia nos dá hoje; 12- e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores; 13- e não nos deixes entrar em tentação; mas livra-nos do mal. [Porque teu é o reino e o poder, e a glória, para sempre, Amém.]

Introdução:

A oração é algo que tem sido colocado de lado na vida de muitos de nós. Muitos não acham tempo para orar, outros não encontram motivos para orar. Há pessoa que até falam: Para que orar tanto se Deus já sabe de todas as coisas?

Esquecem-se, porém que apesar de Deus realmente saber de todas as coisas, ele concede bem aos que sabem pedir-Lhe com sabedoria (Jo.14:13-14).

Outros usam da oração como arma de vingança e como uma forma de barganhar com Deus e exatamente por isso não recebem o que pedem (Tg.4:3).

Mas para que e porque orar então? E, como orar?

A oração do Pai Nosso é como se fosse uma aula dada por Jesus sobre a oração, buscaremos hoje ver detalhadamente os passos deixados por Jesus para que apliquemos os mesmos no nosso dia-a-dia. Passaremos pelos aspectos práticos e espirituais do Pai Nosso e buscaremos uma edificação para nossas vidas.

Veremos a seguir um modelo de oração ensinado por Jesus para que possamos, através dele orarmos de uma melhor forma.

Pai Nosso:

Em primeiro lugar em nossas orações devemos ter bem claro em nossas mentes quem é Deus. Muitos O tem como um tirano que fica lá nos céus longe da gente assistindo as maiores barbaridades do mundo sem fazer nada. Será que Deus é isso mesmo? De maneira alguma. Deus Reina e Governa soberanamente sobre sua criação (Sl.11:4; 99:1).

Jesus nos mostra, logo de início que Deus é um Pai coletivo, Pai de muitos filhos. Ele poderia iniciar esta oração dizendo apenas Pai, referindo-se à paternidade de Deus única e exclusivamente a si próprio, contudo, o Senhor Jesus amplia o termos de forma a abranger todos os que O recebem como único e suficiente Salvador. (Jo.1:12Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu Nome.)

Assim sendo, logo de início, a oração do “Pai Nosso” nos ensina que podemos nos achegar a Deus como seus filhos amados. Para isso Ele nos deu o seu Espírito que habita em nós e gerando intimidade em nossos corações. (Gl.4:6 - E, porque vós sois filhos, enviou Deus ao nosso coração o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai!)

O nosso relacionamento com Deus como sendo o Pai, faz com que sintamos o amor do Pai para conosco, e invocá-Lo como Pai nosso que estais no céu, mostra uma profunda profissão de fé de que Deus está próximo e é verdadeiro Pai. O Deus que se relaciona com a sua criação a ama como um pai ama ao seu filho.

Que estais no céu:

Com respeito a esse termo, “que estais no céu”, muitos O tem como um Deus distante, que fica lá nos céus longe da gente assistindo aos acontecimentos do mundo sem fazer nada. Será que Deus é isso mesmo? De maneira alguma. Deus Reina e Governa soberanamente sobre sua criação sim, contudo, Ele se envolve e se relaciona conosco.

A Bíblia afirma claramente esse relacionamento (Jr.23:23-2423- Acaso, sou Deus apenas de perto, diz o SENHOR, e não também de longe? 24- Ocultar-se-ia alguém em esconderijos, de modo que eu não o veja? — diz o SENHOR; porventura, não encho eu os céus e a terra? — diz o SENHOR.)

Ao dizer que Deus está nos céus, Jesus aponta para a sua transcendência com respeito às questões humanas, mostrando que nós, por nossos próprios esforços não somos capazes de alcançá-lo, contudo Ele, pela Graça e misericórdia desce até nós e nos toca os corações.

Santificado seja o Teu nome:

Uma vez tendo compreendido alguns aspectos importantes de quem é Deus e do seu amor paternal para conosco, devemos ainda compreender a necessidade que temos de adorar ao Deus Único e Verdadeiro.

A exaltação a Deus é o fim principal do homem e, em nossas orações, deve sempre ter um lugar de destaque, pois estamos orando ao Todo Poderoso. A nossa intimidade com Deus não pode esvaziar a reverência da qual Deus é digno. Precisamos compreender que o fato de Deus ser nosso Pai não o faz menos Deus, o fato de Ele relacionar-se conosco não o faz menos digno de adoração. Deus é e sempre será Deus, acima de tudo e de todos.

Se estamos buscando algo que não vemos é porque temos a fé que Ele existe (Hb.11:6), e sendo Ele incomparavelmente maior que tudo o que há (Sl.135:5), deve ser exaltado antes de qualquer outra coisa (Sl.113:4).

Deus é eternamente Santo em sua essência, contudo, em forma de testemunho no mundo, nós santificamos o nome de Deus quando as pessoas vêm Deus em nós por intermédio de nossas vidas e por intermédio do nosso relacionamento de temor para com Ele. (Mt.5:16)

Santificamos o nome de Deus quando por nossa própria vida ajudamos a construir relações humana mais equânimes e mais santas que cortam o passo para a violência e a exploração do homem pelo homem. (Lv.19:36; Pv.11:1; 20:23; Ez.45:10; Mq.6:11)

Venha o Teu Reino:

O Reino de Deus que pede-se vir na oração do Pai-nosso, não é somente um reino imaginário, futurístico e ilusório; nem tampouco um reino só de proclamação das coisas boas de Deus. Não é um reino delimitado por um território, mas sim um reino marcado pelo poderio e autoridade divina que transforma o velho em novo, o injusto em justo e o enfermo em são (Is.61:1-3). O Reino veio de uma forma plena na vida e na ressurreição de Jesus. (Gl.4:4)

Assim como Cristo não só pregou o Reino, mas o implantou, devemos fazer em nossos dias. Dias estes que estão repletos de injustiça e desamor. Oscar Cullman diz que o Reino de Deus é o “reino do já e do ainda não”; ou seja, ele já foi iniciado com a vinda de Jesus ao mundo, contudo será completado somente na sua volta. (Ap.14:7; 19:7)

Seja feita a Tua vontade:

Talvez essa seja a parte mais difícil da oração do Pai Nosso. Todas as vezes que pedimos a Deus que Ele faça a Sua vontade, automaticamente estamos renunciando a nossa própria vontade (Lc.9:23). Será que queremos realmente que a vontade de Deus seja feita em nós e através de nós? Podemos falar como João Batista (Jo.30:3) e como Jesus (Mt.26:39)?

A vontade de Deus é que tudo chegue à unidade da perfeição (Ef.4:12-14), e isto só depende de Deus (Fp.2:13).

Contudo, esta vontade consiste em que o homem não tome a forma maldosa deste mundo e sim que ele se renove e renove também o mundo com uma nova mentalidade (Rm.12:1-2); e, sendo assim, a vontade de Deus, no caso, é feita através de nossas vidas no mundo.

O pão nosso de cada dia nos dá hoje:

Já nesta parte da oração tem muita gente que é craque. Pai me dá isso, me dá aquilo, eu preciso disso, eu preciso daquilo, e assim por diante. Tem uns até que inventam fórmulas de proporção para que recebamos alguma coisa de Deus e distorcem até a Palavra (Lc.6:38), como se o Soberano precisasse de algo que nós temos e Ele não possa ter, a ponto de aceitar uma troquinha conosco. (Jó 38:3-13; 40:1-2; 41:11; Rm.11:33-36)

Nesse ponto, na verdade, a oração do Pai Nosso nos mostra a importância das coisas terreais, do homem e suas necessidades. Deus quis que o homem trabalhasse pelo seu pão (Gn.3:19; Ef.4:18), prometendo bênçãos neste sentido (Dt.28:1-14).

A necessidade do pão é individual mas sua satisfação tem que ser comunitária no meio do Corpo de Cristo que é a Igreja (Gl.6:10; 1Jo.3:16-18). O pão que se come fruto da enganação e do roubo não é abençoado por Deus. Deus nos dá o pão a cada dia pelo trabalho individual assim como o Maná que caía no deserto (Ex.16:4-5,14-15,21,31-32).

Perdoa-nos as nossas dívidas:

Novamente surge algo que é gostoso de se pedir no Pai Nosso. Quem é que não quer o perdão de Deus? O que acontece porém, é que muitos estão pedindo condenação para as suas próprias vidas ao orarem este trecho do Pai Nosso (Mt.6:12). Imagine se Deus realmente nos perdoasse somente à medida em que perdoamos as outras pessoas que nos fazem algum mal? Estaríamos perdidos – literalmente – seria um desastre. O céu ficaria praticamente vazio.

Neste nível de relacionamento surgem as diferenças de atitudes: de amor, de amizade, de simpatia, de colaboração, de indiferença, de rechaço, de humilhação, de altivez, de exploração. Pede-se um tomada de decisão incisiva, pró ou contra.

Jesus quer nos mostrar que devemos ser misericordiosos e acima de tudo devemos olhar as misericórdias de Deus para conosco (Lm.3:21-23). A nossa dívida para com o Autor da Vida é tamanha que por mais que façamos não podemos pagá-la (1Co.7:23; Cl.2:13-14; Rm.5:8), porém se usarmos de misericórdia mútua, também seremos alvo da misericórdia de Deus.

O exemplo é o próprio Cristo que se esvaziou e tornou-se servo nosso em amor e submissão ao Pai. (Fp.2:5-8; Ef.5:1)

E não nos deixe cair em tentação:

Essa parte da oração deveria ser repetida e aplicada de segundo em segundo em nossas vidas. O homem é um ser totalmente tentável exatamente pela sua característica humana carnal voltada para si mesmo (Jr.17:9; Rm.7:14-21). A tentação, contudo, não recebe um efeito punitivo, mas um sentido de se pagar o preço pela fidelidade a Deus (Tg.1:13-14). O mal propriamente não está em ter tentações mas em cair nelas, e este último é a real desgraça do ser humano.

O próprio Jesus intercede por nós a esse respeito, mostrando a sua preocupação com a nossa integridade espiritual e com a nossa salvação (Jo17:15-21).

Mas livra-nos do mal:

Que mal é esse que Jesus pede para que o Pai nos livre? Este mal com certeza tem a ver com a apostasia, com a inclinação tremenda pelo pecado e com a morte eterna. É o mal que vem da incredulidade (Hb.10:26; Hb.12:16-17)

O mal está arraigado às estruturas desse mundo. Jesus aponta para a necessidade de nossa santificação. Este livrar do mal está ligado diretamente à incorruptibilidade que recebemos por intermédio do sangue de Cristo (1Co.15:53-54).

Este livramento do mal também nos é mostrado em forma de promessa, fazendo que exercitemos nossa fé na ação poderosa de Deus em nosso favor (2Ts.3:3; 1Jo.5:4,18).

Pois Teu é o Reino, o poder e a glória para sempre:

Jesus nos leva a fazer uma pública profissão de fé nesta parte da oração. Ao declaramos o domínio e a soberania de Deus, o fazemos não apenas sobre coisas inanimadas, mas também, e principalmente sobre nossas vidas.

Aqui nos lembramos do poder de Deus e do seu cuidado especial para conosco (Mt.10:30; Lc.12:24-32). O Deus que é dono do Reino tem poder para sustentá-lo na palma de suas mãos (Hb.1:1-3). Esta soberania absoluta de Deus também é base para nossa fé no que se refere à salvação, uma vez que é Ele mesmo quem a sustenta (Jo.6:37; 15:16; 2Tm.1:12).

Amém:

Finalizando, chegamos ao amém. O amém significa: assim seja.

O amém mostra a esperança do povo na ação integral de Deus operada em nossas vidas. A oração do Pai-nosso começou na confiança de quem ergue o olhar para o céu donde nos vem a libertação, e, após passar pelas opressões humanas, termina novamente na confiança de que todo o bem vêm do Senhor (Tg.1:17).

Na verdade, o amém aponta para a certeza de que maior que as nossas necessidades, é a nossa confiança no Deus que nos conhece muito bem (Sl.139:1-5). O amém é a certeza de que o nosso Pai Celestial já nos atendeu. Amém.

Conclusão:

Ao orarmos embasados na realidade mostrada por Jesus no Pai Nosso, nossa fé é exercitada, temos um real crescimento espiritual e achegamo-nos mais perto do Pai.

Que estas verdades eternas possam encontrar lugar em nossos corações eternamente, em Cristo Jesus.

Rev. Alessandro Capelari

Igreja Presbiteriana do Jardim Alvorada.


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