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IPB Alvorada 12/12/10.

Tema: Vida Cristã

Texto Bíblico de:

Mateus 20:1-16

01- Porque o Reino dos Céus é semelhante a um dono de casa que saiu de madrugada para assalariar trabalhadores para a sua vinha. 02- E, tendo ajustado com os trabalhadores a um denário por dia, mandou-os para avinha. 03- Saindo pela terceira hora, viu, na praça, outros que estavam desocupados 04- e disse-lhes: Ide vós também para a vinha, e vos darei o que for justo. Eles foram. 05- Tendo saído outra vez, perto da hora sexta e da nona, procedeu da mesma forma, 06- e, saindo por volta da hora undécima, encontrou outros que estavam desocupados e perguntou-lhes: Por que estivestes aqui desocupados o dia todo? 07- Responderam-lhe: Porque ninguém nos contratou. Então, lhes disse ele: Ide também vós para a vinha. 08- Ao cair da tarde, disse o senhor da vinha ao seu administrador: Chama os trabalhadores e paga-lhes o salário, começando pelos últimos, indo até os primeiros. 09- Vindo os da hora undécima, recebeu cada um deles um denário. 10- Ao chegarem os primeiros, pensaram que receberiam mais; porém também estes receberam um denário cada um. 11- Mas, tendo-o recebido, murmuravam conta o dono da casa, 12- dizendo: Estes últimos trabalharam apenas uma hora; contudo, os igualaste a nós, que suportamos a fadiga e o calor do dia. 13- Mas o proprietário, respondendo, disse a um deles: Amigo, não te faço injustiça; não combinaste comigo um denário? 14- Toma o que é teu e vai-te; pois quero dar a este último tanto quanto a ti. 15- Porventura, não me é lícito fazer o que quero do que é meu? Ou são maus os teus olhos por que eu sou bom? 16- Assim, os últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos [porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos].


Introdução:

Eu tenho observado a história do povo de Deus e tenho notado algo que, infelizmente, é muito comum: a insatisfação. Parece que desde a sua fundação, o povo não consegue se satisfazer com nada que o Senhor nos dê.

Foi assim com o povo no Egito, em frente ao Mar Vermelho, com o Maná, com o reinado de Deus... Isso é um problema grave que chega até aos nossos dias. Parece que a história tem se repetido no meio da Igreja contemporânea. E isso é grave. A insatisfação traz algumas conseqüências graves para a vida do crente. Assim como foi no passado, Deus não tem prazer na insatisfação constante do seu povo.


Título:

O Problema da Insatisfação com o Reino de Deus

I) Perdermos a noção da gratidão:

(Vv.1-2: 01- Porque o Reino dos Céus é semelhante a um dono de casa que saiu de madrugada para assalariar trabalhadores para a sua vinha. 02- E, tendo ajustado com os trabalhadores a um denário por dia, mandou-os para avinha.)


Gratidão é algo que nunca pode faltar ao coração do crente. Um crente ingrato é uma pessoa que não reconhece as coisas que Jesus tem feito por ele. Aqueles trabalhadores estavam sem emprego (Vv.06-07), mas a sua insatisfação com a recompensa dos outros fez que eles se esquecessem deste detalhe.

Muitas vezes temos agido assim, nos preocupamos tanto com a paga dos outros que não atentamos para a nossa paga. Nos preocupamos tanto com a misericórdia que foi usada com os outros que não atentamos que também fomos fruto da misericórdia de Deus. Deus é um Deus individual que nos trata pessoalmente; nos conhece e nos chama pelo nome (Jo.10:3).

O texto também fala de Salvação, especificamente dos que são chamados depois da hora (como o ladrão da cruz {Lc.23:43}). Precisamos ter um coração grato diante de Deus por todas as maravilhas que Ele tem operado em nós. Não podemos viver pautados pela vida dos outros, afinal, temos o que Deus quer que tenhamos.

Temos que agradecer a Deus pelo que temos em vez de ficar com os olhos nos outros.

II) Assumirmos a postura de cobradores:

(Vv.11-12: 11- Mas, tendo-o recebido, murmuravam conta o dono da casa, 12- dizendo: Estes últimos trabalharam apenas uma hora; contudo, os igualaste a nós, que suportamos a fadiga e o calor do dia.)


Além de ingratidão, um crente insatisfeito tem um outro grande defeito que é a cobrança. Quando cobramos nos colocamos na posição de injustiçados, nos revestimos de uma blindagem e de uma cauterização mental. Achamos que estamos sempre com a razão, mesmo quando não a temos (V.13).

Muitas vezes nós temos assumido uma postura de cobradores para com Deus e com a sua Igreja. Nos colocamos como que donos do Reino e intocáveis em tudo, ao passo que Deus é o dono de nós e do Reino. (V.15) O problema é que muitas vezes a maldade está nos nossos olhos e não na atitude dos outros. (Ilustração: O lençol sujo)

Precisamos sair desta postura de cobradores e injustiçados, precisamos entender que somos servos e não senhores nesta vida. Quando cobramos estamos nos exaltando a nós mesmos tentando buscar um certo ‘direito’ para com as coisas. O problema é que Deus resiste os soberbos (Tg.4:6).

III) Perdermos o prazer de desfrutar as bênçãos do Senhor:

(Vv.14-16: 14- Toma o que é teu e vai-te; pois quero dar a este último tanto quanto a ti. 15- Porventura, não me é lícito fazer o que quero do que é meu? Ou são maus os teus olhos por que eu sou bom? 16- Assim, os últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos [porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos].)


Você é capaz de contar quantas bênçãos Deus tem derramado sobre a sua vida? Você é capaz de dizer quantas vezes Deus têm te ajudado todos os dias? Pois é, quando assumimos uma postura de insatisfação, não conseguimos desfrutar do prazer das coisas que já temos recebido.

É como a Igreja, por exemplo: tem gente que reclama de tudo na Igreja, do som, da liderança, do pastor, do Templo, enfim, das programações e qualquer outra coisa que se faça. Essas pessoas geralmente esquecem-se da alimentação espiritual que recebem, do consolo, do conforto para a alma, e, acima de tudo, da Salvação que receberam em Cristo. Quando a nossa visão está distorcida a este ponto, podemos cair no que nos diz o verso 16: “...muitos são chamados, mas poucos escolhidos.

Amados, conhecer a Cristo não nos garante a Salvação, mas tê-Lo no coração. Quantos de nós não fomos chamados para a conversão e renovação de mente, mas temos respondido de forma diferente. É pelo fruto que se reconhece a árvore (Mt.7:17). Árvores boas dão bons frutos e árvores más maus frutos..

Conclusão:

Amados, para finalizar, gostaria de convidar a todos a abrirem suas Bíblias em Jo.21:22. O crente insatisfeito acaba fazendo como fez o Apóstolo Pedro não atentando para a graça que lhe foi estendida e se preocupando com a atenção dispensada por Jesus a João. Amados, observemos as Palavras de Jesus: “Se eu quero que ele permaneça... que te importa? Quanto a ti vem e segue-me”. (Jo.21:22) Deixemos a insatisfação de lado, deixemos a preocupação com os outros e comecemos a atentar para nossas próprias vidas. Isto é o que realmente nos importa. Deixe de reclamar das pessoas e das situações, aprenda em todas as coisas, pois o que Jesus quer de nós é que o sigamos sem nos preocupar com os outros.

Em Cristo Jesus. A quem seja toda a Glória, Honra e Louvor por toda a eternidade. Amém.

Rev. Alessandro Capelari.

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