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IPB Alvorada 09/08/09.

Tema: Amor paternal de Deus

Como o Pai deve provar seu amor para os filhos?

Pré-Introdução:

A Palavra de Deus já nos deixa claro a intenção amorosa de Deus ao relatar que ele nos atrai ao Senhor: De longe se me deixou ver o SENHOR, dizendo: Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí. (Jr.33:1)

Pais precisam atrair os filhos para si com seu amor. E essa não é uma tarefa tão fácil.

Texto Bíblico de: Romanos 5:8

Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.

Introdução:

O texto que lemos mostra que o amor de Deus é um amor prático. Deus não apenas declara nos amar, mas ele demonstra esse amor diariamente. Deus prova o seu amor para conosco da mesma forma como devemos demonstrar o nosso amor pelos nossos filhos.

1o) Deus prova o seu amor na doação do Melhor:

(... pelo fato de ter Cristo morrido por nós...)

Pais que amam de verdade sempre se preocupam em dar o que tem de melhor para os seus filhos. O nosso maior problema é a compreensão do que vem a ser o melhor. O nosso melhor não necessariamente passa pelo nosso bolso.

Deus não deu anjos, riquezas, posses, terras, poderes nem nada que tenha valor humano, Ele deu da sua própria essência para provar seu amor. Ele deu seu Filho. (Hb.1:2-4: 2- nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo. 3- Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas alturas, 4- tendo-se tornado tão superior aos anjos quanto herdou mais excelente nome do que eles.)

Dar o melhor não é necessariamente colocar na melhor escola, dar as melhores roupas, tênis, carro, casa... Ver o exemplo do menino que queria comprar uma hora de atenção de seu pai... O nosso melhor está relacionado com a nossa forma mais profunda de demonstrarmos nosso amor para com os nossos filhos.

Tem muitos filhos que tem tudo o que o dinheiro pode comprar e não se sentem amados, por que ganharam apenas o trivial. São pessoas problemáticas que se sentem um peso para os seus pais. O nosso melhor tem que ser recheado de beijos, abraços, afagos, colos, declarações...

2o) Deus prova o seu amor na incondicionalidade:

(... sendo nós ainda pecadores...)

Não há nada em nós que atraia a atenção do Pai que não seja a sua própria determinação em nos amar. Essa mesma atitude deve ser transmitida ipsis litteris para os nossos filhos. Observemos alguns outros versículos desse texto: (Rm.5:6,7,10: 6– Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. 7Dificilmente, alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. 10– Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho...)

O nosso amor tem que ter a mesma intensidade em todos os momentos. Tem que ser completamente incondicional. Uma das grandes falhas dos pais é demonstrarem amor apenas quando são agradados pelos filhos. Isso é um erro grave, pois leva o filho a imaginar que o amor do pai não é verdadeiro. Que é algo apenas circunstancial.

3o) Deus prova o seu amor na reconciliação:

(V.11b: ... recebemos, agora, a reconciliação.)

A reconciliação faz-nos compreender e crer na veracidade deste amor. Deus sempre teve o ato primeiro de reconciliar-se para conosco. Ele prova isso desde o Édem. (Gn.3:9E chamou o SENHOR Deus ao homem e lhe perguntou: Onde estás?)

É pela reconciliação que transmitimos aos filhos que reprovamos os atos errados, mas nunca reprovamos pessoa do filho. A reconciliação gera segurança nos corações. Ela derruba barreiras, encurta distâncias, cura feridas, rega o amor.

Conclusão:

Amados, esse é o amor que, como pais devemos também buscar demonstrar aos nossos filhos. Um amor que traz segurança e gera paz nos corações. Um amor incontestável e profundo. E que esse amor venha atrair nossos filhos a nós assim como fomos atraídos aos braços do Pai.

Em Cristo Jesus. A quem seja toda a Glória, Honra e Louvor por toda a eternidade. Amém.

Rev. Alessandro Capelari.

HTTP://programaocaminhodavida.blogspot.com

postheadericon 12 de Agosto, dia do Presbiterianismo Nacional. 150 anos de história!

Igreja Presbiteriana do Brasil

12 de Agosto - 150 de História

Ashbell Green Simonton

O Perfil de um pioneiro

Um personagem só pode ser compreendido se levarmos em conta sua formação, as influências que recebeu, os f atores que contribuíram para moldar sua personalidade e seu caráter. O primeiro dado importante acerca do rev. Simonton é sua nacionalidade. Quando ele nasceu (1833) em West Hanover, na Pensilvânia, os Estados Unidos era m ainda uma nação jovem, tendo conquistado a independência há pouco mais de meio século.

O novo país se orgulhava de suas instituições democráticas, de seu apego às leis, de seu sistema educacional, de seu progresso econômico e social. Ao mesmo tempo, havia tensões crescentes: as diferenças entre o Norte o Sul, o problema da escravidão, o aumento da imigração católica. Esses fatores marcaram profundamente o jovem Simonton à medida que se preparava para a vida adulta, como se pode perceber em seu diário.

Outra influência fundamental foi a fé presbiteriana que herdou de seus pais, descendentes dos célebres escoceses-irlandeses. Sua mãe era filha de um pastor e seu pai um honrado médico e homem público, tendo representando seu estado no Congresso americano, em Washington. O casal deu ao filho caçula Ashbel e a seus muitos irmãos uma educação aprimorada, marcada por sólidos valores éticos e religiosos.

Um terceiro fator que marcou a trajetória de Simonton foi a tradição puritana, tão importante na história dos Estados Unidos. Um legado dessa tradição foi o grande fervor espiritual, a intensa busca de comunhão com Deus que contribuiu para os freqüentes avivamentos da época. Em um deles, ocorrido em 1855, o jovem presbiteriano se converteu e sentiu despertar em seu íntimo a vocação ministerial, ingressando no Seminário de Princeton.

Outro elemento significativo de sua formação resultou de uma mescla dos anteriores. Desde o início, os americanos se sentiram um povo especialmente aquinhoado por Deus, escolhido para levar a outras nações os mesmos benefícios que havia recebido. Essa convicção, mais tarde denominada ?destino manifesto?, se associou aos avivamentos para produzir um extraordinário movimento missionário de âmbito mundial que se estendeu por todo o século 19 e o início do século 20. Atraído por essa visão durante os estudos teológicos, Simonton desistiu de ser um pastor em seu próprio país e resolveu dedicar-se à causa das missões estrangeiras.

Assim sendo, o jovem pregador, que chegou ao Brasil no dia 12 de agosto de 1859, estava bastante preparado e motivado para seu difícil trabalho. Tinha excelente formação intelectual, um caráter íntegro e grande entusiasmo pela tarefa que entendia ter recebido de Deus. Vencidos os desafios iniciais de aprender o idioma e se adaptar a uma cultura tão diferente da sua, ele se lançou com afinco à sua missão. Metódico, operoso e perseverante, Simonton lançou em poucos anos as bases do presbiterianismo brasileiro, criando várias estruturas pioneiras: a primeira igreja (1862), o primeiro jornal (1864), o primeiro presbitério (1865) e o primeiro seminário (1867). Apesar da grande dor que sentiu ao perder a jovem esposa, reuniu forças para dar continuidade às suas atividades evangelísticas e pastorais, encerrando sua carreira prematuramente aos 34 anos de idade (1867), na cidade de São Paulo, vitimado pela febre amarela.

Não sabemos o que mais Simonton teria realizado se tivesse tido uma vida mais longa. É razoável supor que, sob sua liderança prudente e equilibrada, a caminhada da nova igreja teria sido mais tranqüila e talvez a divisão de 1903 não viesse a ocorrer. Mas isso é entrar no terreno das conjecturas. O importante, ao comemorarmos o 149º aniversário da chegada desse missionário fundador ao Rio de Janeiro, é lembrar com gratidão seu idealismo e desprendimento, seu amor pelo povo brasileiro, sua profunda dedicação a Cristo e ao projeto de vida que abraçou. A Igreja Presbiteriana do Brasil terá muito a se beneficiar se os seus líderes, ministros e membros forem imbuídos desse mesmo espírito, o que irá resultar em maior coerência e fidelidade no cumprimento de sua missão na sociedade brasileira.

Rev. Alderi de Souza Matos
http://www.ipb.org.br/sesquicentenario/home.php?pg=0
Em: http://pastorjosericardo.blogspot.com

postheadericon OS 10 MANDAMENTOS CONTRA GRIPE "A"


OS 10 MANDAMENTOS CONTRA GRIPE "A"

1. Lave sempre as mãos com sabonete
2. Alimente-se bem e beba muita água
3. Agasalhe-se no frio
4. Evite aglomerações de pessoas
5. Evite ambientes fechados com pouca ventilação
6. Ao espirrar ou tossir, cubra o nariz e a boca com lenço
7. Se estiver com gripe, evite a proximidade com outras pessoas
8. Cuidado redobrado no caso de gripe em menores de 2 anos e maiores de 60 anos
9. Não se automedique
10. Na dúvida procure um Posto de Saúde.

SECRETARIA MUNICIPAL
DE SAÚDE DE LONDRINA - PR

CONHEÇA A PL 122.

NÃO À PL 122

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O CAMINHO DA VIDA

Programa O Caminho da Vida

IGREJA PRESBITERIANA

Igreja Presbiteriana do Brasil - 150 anos