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postheadericon Três desafios para obtermos sucesso no novo ano (Salmo 37:5)

IPB Alvorada 31/12/10.

Tema: Confiança no Senhor

Texto Bíblico de:

Salmo 37:5

“Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará.”


Introdução:

O que pedir a Deus no ano novo? Como encarar a esperança no Senhor para o próximo ano?

Temos visto muitos ímpios enriquecerem, outros tantos obtendo sucesso em suas vidas, ficando famosos, galgando altos patamares em suas carreiras, alcançando altos níveis de reconhecimento público e satisfação..., e nós, servos do Senhor?

Não raro, essa situação nos incomoda e nos traz grandes questionamentos. Por que o ímpio prospera? Por que o justo sofre tanto? Por que ele e não eu? Onde está Deus diante dessa dura realidade mundana?

Assim, muitas vezes em cultos como os de hoje, em que renovamos nossas expectativas, trazemos vários projetos prontos para que o Senhor os abençoe e alcancemos também o nosso sucesso almejado. Mas será que essa é a fórmula do nosso futuro sucesso? Trazer nossos projetos para que Deus os abençoe? Apresentar nossos sonhos para que Deus os realize?

Narração:


Neste salmo, Davi nos faz outra proposição, a proposição da ENTREGA, da CONFIANÇA e da ESPERANÇA na ação do Senhor. Davi busca responder à grande questão: “Como compreender o fato de pessoas justas sofrerem uma desgraça e verem, ao mesmo tempo, muitas pessoas ímpias prosperarem e viverem felizes?” Nessas horas muitos se perguntam: será que verdadeiramente Deus governa o mundo com justiça?

Esse poema, assim como o livro de e os Salmos 49 e 73, trata de resolver a esse inquietante questionamento. Assim vemos este salmo não como um salmo de lamento ou de louvor a Deus, mas como um salmo didático, sapiencial, onde o salmista Davi não fala a Deus, mas a nós, expondo de maneira especial a terceira bem-aventurança que trata da mansidão diante das atrocidades do mundo (Mt.5:5Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra.) – Ver verso 11.

Diante dessa questão Davi versa no Salmo 37 acerca da transitoriedade dos ímpios, e nos lança alguns desafios para que tenhamos sucesso em nossa vida como cristãos e como povo de Deus. Davi deixa bem claro que os ímpios, ainda que obtenham sucesso nessa vida presente, estão relegados à perdição eterna; ao passo que nós, servos do Senhor, temos uma morada nos aguardando nos céus com o Pai, por intermédio de Cristo Jesus.

O Apóstolo Paulo já nos exorta a pensarmos nas coisas do alto em detrimento das terrenas (Cl.3:2 Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra;...). Assim, em vez de pedirmos ao Senhor que Ele abençoe nossos projetos e realize nossos sonhos, encontramos neste texto alguns desafios abençoadores para que tenhamos uma vida de sucesso.

Título:

TRÊS DESAFIOS PARA OBTERMOS SUCESSO NO NOVO ANO

I-) O Desafio da ENTREGA: (Entrega o teu caminho ao SENHOR...)


A entrega não é algo tão fácil para nós, principalmente porque entrega implica em perda. Perda de controle da vida, perda de autonomia nas decisões, perda da vontade própria...

Entregar os caminhos ao Senhor é o mesmo que abrir mão da nossa direção humana e deixar que Deus nos leve ao sabor do vento do Espírito para onde Ele quiser nos levar, ainda que isso implique um confrontamento com a nossa vontade. Quando entregamos o nosso caminho ao Senhor a nossa preocupação com a prosperidade do ímpio já não nos incomoda, pois a entrega põe fim na indignação de ver o ímpio prosperar. No verso 1 Davi inicia com essa expressão que quer dizer: “não esquente”, “não se irrite”, “não se impaciente”... Não esquentamos mais com o caminho do ímpio porque estamos no melhor caminho, estamos na melhor direção, estamos nas mãos do Criador de todas as coisas.

Entregar também significa estar satisfeito com a ação de Deus e permitir que Ele governe sobre os nossos sonhos e planos (V.4). É saber que quando nos agradamos do Senhor, tudo o que Ele nos proporcionar nos parecerá muito bom, pois o próprio Senhor firmará os nossos passos, nos segurando a mão e nos levantando caso experimentemos alguma queda (Vv.23-24). Entregar o caminho ao Senhor é aguardar pela prosperidade que vem das mãos do Senhor e não confiar na que podemos construir com as nossas mãos (V.37).

A entrega é a perda do controle humano para o ganho da segurança do controle divino.

II-) O Desafio da CONFIANÇA: (... Confia nele...)


A confiança é um desafio interessante, pois é o desafio do conhecimento do caráter de Deus. Só conseguiremos confiar no Senhor após conhecermos o seu caráter e a sua maneira de agir.

Precisamos compreender que Deus é santo e não permitirá jamais que os inimigos de sua santidade fiquem em pé diante da sua presença. Os versos 2 e 10 mostram que Deus continua a governar o mundo com justiça e que os ímpios não terão futuro diante do Senhor. Podemos confiar na ação do Eterno, confiar na sua justiça.

Confiar é olhar para frente, seguir para o alvo sem perder tempo com a visão das mazelas do presente. É olhar para Cristo acima de todas as coisas, como vimos em Colossenses 3:1-3. Confiar em Deus é saber que a matemática do céu é diferente das equações humanas. É saber que na ótica de Deus, o pouco do justo é muito (V.16). É prosperidade em satisfação e abundância em alegria e gozo no Espírito. Confiar é saber que nada nos irá faltar, que não seremos jamais desamparados pelo Senhor (V.25).

Confiança é a certeza da provisão do Eterno. É a certeza de que o nosso ‘maná’ diário nos aguarda, de que o pão nosso de cada dia está garantido, de que aquele que sabe cuidar dos pardais cuidará muito mais de nós, que fomos comprados pelo Sangue no Madeiro. Confiar é saber que até os fios de cabelo da nossa cabeça estão contados pelo Pai. (Mt.10:30; Lc.12:7)

III-) O Desafio da ESPERANÇA: (... E o mais ele fará.)


Aqui o texto nos fala de uma esperança que não é torcida, mas sim certeza. O salmista faz uma afirmação clara e assertiva acerca da ação de Deus. Essa afirmação corrobora a Verdade contida no Sermão do Monte ao tratar da ansiosa solicitude pela vida (Mt.6:25-34). Assim, a esperança aparece aqui como sendo o resultado da vida do crente que já entregou o seu caminho ao Senhor, confiou n’Ele e agora aguarda a ação contínua de Deus sobre a sua vida.

A nossa esperança está firmada única e exclusivamente no Senhor (V.7) – Descansar aqui tem o sentido de uma espera em silêncio, onde não nos debatemos, não nos preocupamos, onde a certeza da ação de Deus é tão grande que tira toda ansiedade do coração e gera paz (Fp.4:6-7), afinal Deus é o nosso justo juiz, d’Ele vem a nossa salvação (V.39). Ainda nos versos 27 e 28 do Salmo 37 somos consolados com a certeza de que temos garantida a nossa morada perpétua, pois no Senhor seremos preservados para sempre.

Esperança é saber que Aquele que nos fez a promessa é fiel (Hb.10:23). É saber que Deus age pela sua fidelidade e jamais desamparará os seus justos, aqueles que foram comprados por preço (1Co.7:23) e justificados em Cristo.

Conclusão:

Amados, o nosso sucesso não está em realizarmos grandes coisas para nós mesmos, não está em sermos alguém próspero de acordo com os padrões desse mundo, mas sim em sermos encontrado como servos fiéis do Senhor. Sucesso na perspectiva da Palavra de Deus é “entregar os nossos caminhos nas mãos do Senhor, confiar piamente n’Ele e aguardar, com fé e esperança, pela sua ação.” (Sl.37:5)

Aplicação:

Eu quero desafiar você a fazer uma oração de entrega para 2011. Uma entrega total, irrestrita da sua vida nas mãos do Senhor, confiar na ação d’Ele sobre você e descansar, esperando o melhor de Deus para a sua vida.

Em Cristo Jesus. A quem seja toda a Glória, Honra e Louvor por toda a eternidade. Amém.

Rev. Alessandro Capelari.

postheadericon Fatores marcantes sobre o nascimento de Jesus

Fatos marcantes sobre o nascimento de Jesus

Se muitas pessoas já não compreendem direito o sentido do Natal, o que se dirá dos fatos que cercaram o nascimento do seu maior e único personagem original, Jesus. Pra não dizer que haja uma completa ignorância, no máximo alguns citam os anjos, a manjedoura, a estrela e os magos, que são conhecidos como reis, mesmo sem terem sido.

Não obstante a esses conhecimentos superficiais é importante que atentemos para os fatos mais importantes, que são únicos, inéditos e jamais serão novamente repetidos, pois o seu significado aponta para quem é o Cristo do Natal.

Primeiramente é importante que atentemos para o cumprimento das profecias. Jesus não é um homem comum como outros que nasceram no tempo e no espaço. Acerca de sua pessoa e importância temos escritos desde a fundação do mundo. Já em Gênesis encontramos profecias que nos remetem à pessoa de Jesus, Aquele que iria esmagar a cabeça da serpente (Gênesis 3:15), triunfando sobre a morte na cruz (Colossenses 2:13-15).

Outro fato marcante foi a sua concepção virginal. Maria não concebeu Jesus de um relacionamento sexual normal com seu esposo José, nem tampouco de um outro tipo de relacionamento que maculasse o seu caráter e a veracidade da Palavra de Deus, mas encontrou-se grávida por ação do Espírito do Senhor, como narrado no Evangelho de Mateus 1:18-25. Essa concepção virginal aponta para o fato de Cristo não ter a raiz do pecado e ter sua dupla natureza, sendo verdadeiro homem e Verdadeiro Deus. Duas naturezas completas coexistindo no mesmo ser, Jesus. Por isso, como homem, Ele compreende da nossa dor e pode tirar os pecados do mundo, pois nunca pecou (Hebreus 4:15); e como sendo Deus tem poder de salvar, redimir e perdoar pecados (Lucas 5:20-26).

Por fim temos na pessoa de Jesus a Graça do Emanuel, do Deus conosco. Ele é o próprio Deus encarnado, como nos afirma João em seu Evangelho: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.” (João 1:14) O nascimento de Jesus é o marco da entrada da salvação no mundo dos viventes. Jesus é o próprio Deus encarnado, vivendo conosco, compartilhando das nossas dores, das nossas necessidades, e dando a sua vida para nos resgatar da morte eterna.

Amados, que nesse natal nós possamos ir além do conhecimento superficial e que reconheçamos Jesus como nosso único e suficiente salvador, o Deus que veio em carne, tirou o pecado do mundo e nos deu Vida Eterna junto ao Pai. Que você tenha um feliz Natal!


Rev. Alessandro Capelari

postheadericon Não temas, crê somente (Mc.5:22-24; 35-42)

IPB Alvorada 19/12/10.

Tema: Esperança

Texto Bíblico de:

Marcos 5:22-24; 35-42

22- Eis que se chegou a ele um dos principais da sinagoga, chamado Jairo, e, vendo-o, prostrou-se a seus pés 23- e insistentemente lhe suplicou: Minha filhinha está à morte; vem, impõe as mãos sobre ela, para que seja salva, e viverá. 24- Jesus foi com ele. Grande multidão o seguia, comprimindo-o.

35- Falava ele ainda, quando chegaram alguns da casa do chefe da sinagoga, a quem disseram: Tua filha já morreu; por que ainda incomodas o Mestre? 36- Mas Jesus, sem acudir a tais palavras, disse ao chefe da sinagoga: Não temas, crê somente. 37- Contudo, não permitiu que alguém o acompanhasse, senão Pedro e os irmãos Tiago e João. 38- Chegando à casa do chefe da sinagoga, viu Jesus o alvoroço, os que choravam e os que pranteavam muito. 39- Ao entrar, lhes disse: Por que estais em alvoroço e chorais? A criança não está morta, mas dorme. 40- E riam-se dele. Tendo ele, porém, mandado sair a todos, tomou o pai e a mãe da criança e os que vieram com ele e entrou onde ela estava. 41- Tomando-a pela mão, disse: Talitá cumi!, que quer dizer: Menina, eu te mando, levanta-te! 42- Imediatamente, a menina se levantou e pôs-se a andar; pois tinha doze anos. Então, ficaram todos sobremaneira admirados.


Introdução:

Alguma vez na sua vida você já passou por uma situação de extrema dor ou de grande temor? Alguma vez você já teve que enfrentar um desafio para o qual você não se via capacitado, ou que você jamais imaginaria que você pudesse suportar? Imagine-se no lugar de Jairo. Será que somos capazes de dimensionar o que ele estava sentindo?

A vida é assim, cheia de percalços. É impossível que passemos por ela sem que tenhamos dores e profundas tristezas. Mesmo o cristão, não está isento dos sofrimentos do mundo, da doença, da perda, da morte... Como lidar com tudo isso sem que nossa fé se abale e sem que venhamos a desvanecer pelo caminho?

Este texto nos dá algumas dicas tremendas sobre a fé e a esperança. Por que crer que as coisas vão mudar? Por que crer que o casamento vai melhorar? Por que crer que o emprego novo virá? Por que crer que os meus sonhos vão se realizar? Por que crer?

Título:

Não temas, crê somente.

Jesus manda que creiamos: Não temas, crê somente; mas como crer se já não tenho mais forças para tal? Amado, se você já se fez algumas dessas perguntas acerca da sua fé, hoje eu quero te mostrar alguns motivos para crer:

I) Porque Jesus está presente em todas as circunstâncias das nossas vidas:

(V.24a: Jesus foi com ele...)

Este verso 24 nos mostra qual a base de toda a esperança e fé que temos em Cristo. Ele nunca nos abandona, Ele sempre está conosco todos os dias das nossas vidas. A Bíblia declara que no momento mais duro da vida de Jairo: Jesus foi com ele. Cristo está presente no meio das nossas dificuldades, sejam elas quais forem. Lembra-se do Salmo 23?

Jesus esteve presente com os discípulos na hora da tempestade (Mc.4:38); visitou-os na hora do desânimo, quando pensaram em desistir (Jo.21:4); na hora da dor, da saudade e do luto pela perda do ente querido também lá estava Jesus (Jo.11:28, 35, 40). Jesus é o divino companheiro que anda ao nosso lado aquecendo nossos corações (Lc.24:32).

Amados, precisamos deixar o temor de lado e crer no poder do Senhor porque Ele está conosco sempre, até à consumação dos séculos (Mt.28:20).

II) Porque Jesus tem poder de transformar situações:

(Vv.35,39: 35- Falava ele ainda, quando chegaram alguns da casa do chefe da sinagoga, a quem disseram: Tua filha já morreu; por que ainda incomodas o Mestre? 39- Ao entrar, lhes disse: Por que estais em alvoroço e chorais? A criança não está morta, mas dorme.)

Muitas vezes o que nos leva a temer não é apenas a situação em si, mas o alvoroço que se monta em torno da situação. No caso de Jairo, ele sabia da gravidade da doença da filha, mas aos olhos dos amigos que vieram ao seu encontro, já estava tudo acabado, a menina havia morrido (V.35). A ótica de Deus é sempre diferente da nossa. O Senhor nos diz: Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais. (Jr.29:11)

Todos nós já chegamos a situações extremas: saúde, emoções, finanças, família, trabalho. Tem horas que parece que chegamos ao fundo do poço. Moisés viveu esta experiência junto ao mar Vermelho (Ex.14). É aí que Jesus novamente nos fala: Não temas, crê somente. E ainda nos dá a maior segurança, garantindo em sua Palavra que: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. (Mt.28:18).

III) Porque Jesus sempre tem o melhor para as nossas vidas:

(Vv.41-42: 41- Tomando-a pela mão, disse: Talitá cumi!, que quer dizer: Menina, eu te mando, levanta-te! 42- Imediatamente, a menina se levantou e pôs-se a andar; pois tinha doze anos. Então, ficaram todos sobremaneira admirados.)

Como em Caná da Galiléia, Jesus novamente deixou o melhor do vinho para o fim da festa (Jo.2:1-11). É preciso ter bem claro em nossa mente que a manhã gloriosa da ressurreição só veio depois dos dias sombrios de sofrimento e da frieza do Calvário.

O Rev. Hernandes Dias Lopes nos diz que o deserto e o sofrimento não são acidentes de percurso na vida do crente, antes são uma agenda de Deus para moldar o nosso caráter. Depois da tempestade vem a bonança, depois da luta a vitória, depois da canseira o prêmio, depois da cruz a coroa. A Palavra nos diz: Ao anoitecer, pode vir o choro, mas a alegria vem pela manhã. (Sl.30:5)

A nossa esperança deve estar calcada não nas circunstâncias que nos cercam, mas no poder de Cristo que há de se manifestar em nós (Hc.3:17-19). Depois de todo temor, de toda dor e de toda a tribulação que Jairo e sua família passaram, Jesus agiu e deu-lhes o melhor para suas vidas. Jesus realizou o inimaginável, trouxe à vida novamente a menina outrora morta.


Conclusão:

Meu amado, que você arranque do seu coração todo temor e toda falta de fé. O mestre está aqui e te chama para que você também veja a Sua Glória. Entregue sua vida nas mãos de Jesus, entregue seus medos, sua família, seus problemas, entregue-se por completo a Ele e creia na sua ação. O Cristo que ressurgiu dentre os mortos é que está no nosso meio dizendo também a você: Não temas, crê somente. Em Cristo Jesus. A quem seja toda a Glória, Honra e Louvor por toda a eternidade. Amém.

Rev. Alessandro Capelari.

(adap. Livro: “Do Púlpito” – Rev. Messias)

IPB Alvorada 12/12/10.

Tema: Vida Cristã

Texto Bíblico de:

Mateus 20:1-16

01- Porque o Reino dos Céus é semelhante a um dono de casa que saiu de madrugada para assalariar trabalhadores para a sua vinha. 02- E, tendo ajustado com os trabalhadores a um denário por dia, mandou-os para avinha. 03- Saindo pela terceira hora, viu, na praça, outros que estavam desocupados 04- e disse-lhes: Ide vós também para a vinha, e vos darei o que for justo. Eles foram. 05- Tendo saído outra vez, perto da hora sexta e da nona, procedeu da mesma forma, 06- e, saindo por volta da hora undécima, encontrou outros que estavam desocupados e perguntou-lhes: Por que estivestes aqui desocupados o dia todo? 07- Responderam-lhe: Porque ninguém nos contratou. Então, lhes disse ele: Ide também vós para a vinha. 08- Ao cair da tarde, disse o senhor da vinha ao seu administrador: Chama os trabalhadores e paga-lhes o salário, começando pelos últimos, indo até os primeiros. 09- Vindo os da hora undécima, recebeu cada um deles um denário. 10- Ao chegarem os primeiros, pensaram que receberiam mais; porém também estes receberam um denário cada um. 11- Mas, tendo-o recebido, murmuravam conta o dono da casa, 12- dizendo: Estes últimos trabalharam apenas uma hora; contudo, os igualaste a nós, que suportamos a fadiga e o calor do dia. 13- Mas o proprietário, respondendo, disse a um deles: Amigo, não te faço injustiça; não combinaste comigo um denário? 14- Toma o que é teu e vai-te; pois quero dar a este último tanto quanto a ti. 15- Porventura, não me é lícito fazer o que quero do que é meu? Ou são maus os teus olhos por que eu sou bom? 16- Assim, os últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos [porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos].


Introdução:

Eu tenho observado a história do povo de Deus e tenho notado algo que, infelizmente, é muito comum: a insatisfação. Parece que desde a sua fundação, o povo não consegue se satisfazer com nada que o Senhor nos dê.

Foi assim com o povo no Egito, em frente ao Mar Vermelho, com o Maná, com o reinado de Deus... Isso é um problema grave que chega até aos nossos dias. Parece que a história tem se repetido no meio da Igreja contemporânea. E isso é grave. A insatisfação traz algumas conseqüências graves para a vida do crente. Assim como foi no passado, Deus não tem prazer na insatisfação constante do seu povo.


Título:

O Problema da Insatisfação com o Reino de Deus

I) Perdermos a noção da gratidão:

(Vv.1-2: 01- Porque o Reino dos Céus é semelhante a um dono de casa que saiu de madrugada para assalariar trabalhadores para a sua vinha. 02- E, tendo ajustado com os trabalhadores a um denário por dia, mandou-os para avinha.)


Gratidão é algo que nunca pode faltar ao coração do crente. Um crente ingrato é uma pessoa que não reconhece as coisas que Jesus tem feito por ele. Aqueles trabalhadores estavam sem emprego (Vv.06-07), mas a sua insatisfação com a recompensa dos outros fez que eles se esquecessem deste detalhe.

Muitas vezes temos agido assim, nos preocupamos tanto com a paga dos outros que não atentamos para a nossa paga. Nos preocupamos tanto com a misericórdia que foi usada com os outros que não atentamos que também fomos fruto da misericórdia de Deus. Deus é um Deus individual que nos trata pessoalmente; nos conhece e nos chama pelo nome (Jo.10:3).

O texto também fala de Salvação, especificamente dos que são chamados depois da hora (como o ladrão da cruz {Lc.23:43}). Precisamos ter um coração grato diante de Deus por todas as maravilhas que Ele tem operado em nós. Não podemos viver pautados pela vida dos outros, afinal, temos o que Deus quer que tenhamos.

Temos que agradecer a Deus pelo que temos em vez de ficar com os olhos nos outros.

II) Assumirmos a postura de cobradores:

(Vv.11-12: 11- Mas, tendo-o recebido, murmuravam conta o dono da casa, 12- dizendo: Estes últimos trabalharam apenas uma hora; contudo, os igualaste a nós, que suportamos a fadiga e o calor do dia.)


Além de ingratidão, um crente insatisfeito tem um outro grande defeito que é a cobrança. Quando cobramos nos colocamos na posição de injustiçados, nos revestimos de uma blindagem e de uma cauterização mental. Achamos que estamos sempre com a razão, mesmo quando não a temos (V.13).

Muitas vezes nós temos assumido uma postura de cobradores para com Deus e com a sua Igreja. Nos colocamos como que donos do Reino e intocáveis em tudo, ao passo que Deus é o dono de nós e do Reino. (V.15) O problema é que muitas vezes a maldade está nos nossos olhos e não na atitude dos outros. (Ilustração: O lençol sujo)

Precisamos sair desta postura de cobradores e injustiçados, precisamos entender que somos servos e não senhores nesta vida. Quando cobramos estamos nos exaltando a nós mesmos tentando buscar um certo ‘direito’ para com as coisas. O problema é que Deus resiste os soberbos (Tg.4:6).

III) Perdermos o prazer de desfrutar as bênçãos do Senhor:

(Vv.14-16: 14- Toma o que é teu e vai-te; pois quero dar a este último tanto quanto a ti. 15- Porventura, não me é lícito fazer o que quero do que é meu? Ou são maus os teus olhos por que eu sou bom? 16- Assim, os últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos [porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos].)


Você é capaz de contar quantas bênçãos Deus tem derramado sobre a sua vida? Você é capaz de dizer quantas vezes Deus têm te ajudado todos os dias? Pois é, quando assumimos uma postura de insatisfação, não conseguimos desfrutar do prazer das coisas que já temos recebido.

É como a Igreja, por exemplo: tem gente que reclama de tudo na Igreja, do som, da liderança, do pastor, do Templo, enfim, das programações e qualquer outra coisa que se faça. Essas pessoas geralmente esquecem-se da alimentação espiritual que recebem, do consolo, do conforto para a alma, e, acima de tudo, da Salvação que receberam em Cristo. Quando a nossa visão está distorcida a este ponto, podemos cair no que nos diz o verso 16: “...muitos são chamados, mas poucos escolhidos.

Amados, conhecer a Cristo não nos garante a Salvação, mas tê-Lo no coração. Quantos de nós não fomos chamados para a conversão e renovação de mente, mas temos respondido de forma diferente. É pelo fruto que se reconhece a árvore (Mt.7:17). Árvores boas dão bons frutos e árvores más maus frutos..

Conclusão:

Amados, para finalizar, gostaria de convidar a todos a abrirem suas Bíblias em Jo.21:22. O crente insatisfeito acaba fazendo como fez o Apóstolo Pedro não atentando para a graça que lhe foi estendida e se preocupando com a atenção dispensada por Jesus a João. Amados, observemos as Palavras de Jesus: “Se eu quero que ele permaneça... que te importa? Quanto a ti vem e segue-me”. (Jo.21:22) Deixemos a insatisfação de lado, deixemos a preocupação com os outros e comecemos a atentar para nossas próprias vidas. Isto é o que realmente nos importa. Deixe de reclamar das pessoas e das situações, aprenda em todas as coisas, pois o que Jesus quer de nós é que o sigamos sem nos preocupar com os outros.

Em Cristo Jesus. A quem seja toda a Glória, Honra e Louvor por toda a eternidade. Amém.

Rev. Alessandro Capelari.

postheadericon Os cinco SOLAS da Reforma Protestante.

Os Cinco Solas da Reforma Protestante:

Sola Scriptura

Solo Christus

Sola Gratia

Sola Fide

Soli Deo Gloria

(Efésios 2:1-10: 1- Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, 2- nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; 3- entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais. 4- Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, 5- e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, — pela graça sois salvos, 6- e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus; 7- para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus. 8- Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; 9- não de obras, para que ninguém se glorie. 10- Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.)

No dia 31 de Outubro de 1517, na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, na Alemanha, Lutero afixou as suas 95 teses que acabaram provocando o grande movimento religioso, conhecido como a Reforma do Século XVI.

Nelas Lutero convidava os interessados a debater a questão das indulgências (que eram vendidas para a construção da Basílica de S. Pedro, em troca de perdão de pecados) e os males que esse tráfico religioso podia acarretar.

Em suas teses, Lutero questionava o poder (ou mesmo a intenção) do Papa de perdoar pecados ou de isentar alguém de penas, a não ser aquelas por ele mesmo impostas. Negava que esse perdão (de penas ou penitências) pudesse se estender aos que já haviam morrido e que, porventura, estivessem no purgatório.

Para ele, só o arrependimento, seguido de atos de amor e penitência, com ou sem carta de perdão (indulgência) podia realmente perdoar pecados. Destacava o valor da Palavra de Deus, a qual não deveria ser silenciada em benefício da pregação das indulgências.

Com essas e outras proposições Lutero alcançou mais do que podia imaginar. Atingiu o ponto crucial do problema: a situação de distanciamento do Evangelho em que se encontrava a Igreja. Os males da Igreja não eram apenas os seus desvios morais, econômicos e políticos, que a colocavam em descrédito perante o povo.

Seu problema principal, responsável também por estes, era o afastamento das doutrinas fundamentais da Palavra de Deus. A Reforma trouxe a Igreja de volta às Escrituras e ao Evangelho pregado pelos apóstolos.

Foi o estudo da Bíblia que revelou quão longe a Igreja estava afastada da verdade e a trouxe de volta à pureza de sua crença primitiva. A Reforma restituiu à Igreja a crença em doutrinas chaves, que se tornaram essenciais para a sua pregação e para distingui-la dos erros que continuaram e ainda são mantidos pela Igreja Romana até os nossos dias.

É a importância dessas doutrinas, conhecidas por sua designação latina Sola Scriptura, Solo Christus, Sola Gratia, Sola Fide e Soli Deo Gloria, que queremos apresentar, ainda que de forma breve, neste estudo.

SOLA SCRIPTURA: A Erosão da Autoridade

(IITm.3:16-17: 16- Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, 17- a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.)

Só a Escritura é a regra inerrante da vida da igreja, mas a igreja evangélica atual fez separação entre a Escritura e sua função oficial. Na prática, a igreja é guiada, por vezes demais, pela cultura. Técnicas terapêuticas, estratégias de marketing, e o ritmo do mundo de entretenimento muitas vezes tem mais voz naquilo que a igreja quer, em como funciona, e no que oferece, do que a Palavra de Deus.

Os pastores negligenciam a supervisão do culto, que lhes compete, inclusive o conteúdo doutrinário da música. À medida que a autoridade bíblica foi abandonada na prática, que suas verdades se enfraqueceram na consciência cristã, e que suas doutrinas perderam sua proeminência, a igreja foi cada vez mais esvaziada de sua integridade, autoridade moral e discernimento.

Em lugar de adaptar a fé cristã para satisfazer as necessidades sentidas dos consumidores, devemos proclamar a Lei como medida única da justiça verdadeira, e o evangelho como a única proclamação da verdade salvadora. A verdade bíblica é indispensável para a compreensão, o desvelo e a disciplina da igreja.

A Escritura deve nos levar além de nossas necessidades percebidas para nossas necessidades reais, e libertar-nos do hábito de nos enxergar por meio das imagens sedutoras, clichês, promessas e prioridades da cultura massificada.

É só à luz da verdade de Deus que nós nos entendemos corretamente e abrimos os olhos para a provisão de Deus para a nossa sociedade. A Bíblia, portanto, precisa ser ensinada e pregada na igreja. Os sermões precisam ser exposições da Bíblia e de seus ensinos, não a expressão de opinião ou de idéias da época. Não devemos aceitar menos do que aquilo que Deus nos tem dado.

A obra do Espírito Santo na experiência pessoal não pode ser desvinculada da Escritura. O Espírito não fala em formas que independem da Escritura. À parte da Escritura nunca teríamos conhecido a graça de Deus em Cristo. A Palavra bíblica, e não a experiência espiritual é o teste da verdade.

Tese 1: Sola Scriptura (a autoridade e suficiência das Escrituras)

Reafirmamos a Escritura inerrante como fonte única de revelação divina escrita, única para constranger a consciência. A Bíblia sozinha ensina tudo o que é necessário para nossa salvação do pecado, e é o padrão pelo qual todo comportamento cristão deve ser avaliado.

Negamos que qualquer credo, concílio ou indivíduo possa constranger a consciência de um crente, que o Espírito Santo fale independentemente de, ou contrariando, o que está exposto na Bíblia, ou que a experiência pessoal possa ser veículo de revelação.


SOLO CHRISTUS: A Erosão da Fé Centrada em Cristo

(Atos 4:12: E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos.)

À medida que a fé evangélica se secularizou, seus interesses se confundiram com os da cultura. O resultado é uma perda de valores absolutos, um individualismo permissivo, a substituição da santidade pela integridade, do arrependimento pela recuperação, da verdade pela intuição, da fé pelo sentimento, da providência pelo acaso e da esperança duradoura pela gratificação imediata. Cristo e sua cruz se deslocaram do centro de nossa visão.

Tese 2: Solus Christus (a suficiência e exclusividade de Cristo)

Reafirmamos que nossa salvação é realizada unicamente pela obra mediatória do Cristo histórico. Sua vida sem pecado e sua expiação por si só são suficientes para nossa justificação e reconciliação com o Pai.

Negamos que o evangelho esteja sendo pregado se a obra substitutiva de Cristo não estiver sendo declarada e a fé em Cristo e sua obra não estiver sendo invocada.

SOLA GRATIA: A Erosão do Evangelho

(Efésios 2:8-9: 8- Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; 9- não de obras, para que ninguém se glorie.)

A Confiança desmerecida na capacidade humana é um produto da natureza humana decaída. Esta falsa confiança enche hoje o mundo evangélico – desde o evangelho da auto-estima até o evangelho da saúde e da prosperidade, desde aqueles que já transformaram o evangelho num produto vendável e os pecadores em consumidores e aqueles que tratam a fé cristã como verdadeira simplesmente porque funciona. Isso faz calar a doutrina da justificação, a despeito dos compromissos oficiais de nossas igrejas.

A graça de Deus em Cristo não só é necessária como é a única causa eficaz da salvação. Confessamos que os seres humanos nascem espiritualmente mortos e nem mesmo são capazes de cooperar com a graça regeneradora.

Tese 3: Sola Gratia (a única causa eficiente da salvação)

Reafirmamos que na salvação somos resgatados da ira de Deus unicamente pela sua graça. A obra sobrenatural do Espírito Santo é que nos leva a Cristo, soltando-nos de nossa servidão ao pecado e erguendo-nos da morte espiritual à vida espiritual.

Negamos que a salvação seja em qualquer sentido obra humana. Os métodos, técnicas ou estratégias humanas por si só não podem realizar essa transformação. A fé não é produzida pela nossa natureza não-regenerada.


SOLA FIDE: A Erosão do Artigo Primordial

(Hebreus 11:6: De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam.)

A justificação é somente pela graça, somente por intermédio da fé, somente por causa de Cristo. Este é o artigo pelo qual a igreja se sustenta ou cai. É um artigo muitas vezes ignorado, distorcido, ou por vezes até negado por líderes, estudiosos e pastores que professam ser evangélicos.

Embora a natureza humana decaída sempre tenha recuado de professar sua necessidade da justiça imputada de Cristo, a modernidade alimenta as chamas desse descontentamento com o Evangelho bíblico. Já permitimos que esse descontentamento dite a natureza de nosso ministério e o conteúdo de nossa pregação.

Muitas pessoas ligadas ao movimento do crescimento da igreja acreditam que um entendimento sociológico daqueles que vêm assistir aos cultos é tão importante para o êxito do evangelho como o é a verdade bíblica proclamada. Como resultado, as convicções teológicas freqüentemente desaparecem, divorciadas do trabalho do ministério.

A orientação publicitária de marketing em muitas igrejas leva isso mais adiante, apegando a distinção entre a Palavra bíblica e o mundo, roubando da cruz de Cristo a sua ofensa e reduzindo a fé cristã aos princípios e métodos que oferecem sucesso às empresas seculares.

Embora possam crer na teologia da cruz, esses movimentos na verdade estão esvaziando-a de seu conteúdo. Não existe evangelho a não ser o da substituição de Cristo em nosso lugar, pela qual Deus lhe imputou o nosso pecado e nos imputou a sua justiça. Por ele Ter levado sobre si a punição de nossa culpa, nós agora andamos na sua graça como aqueles que são para sempre perdoados, aceitos e adotados como filhos de Deus.

Não há base para nossa aceitação diante de Deus a não ser na obra salvífica de Cristo; a base não é nosso patriotismo, devoção à igreja, ou probidade moral. O evangelho declara o que Deus fez por nós em Cristo. Não é sobre o que nós podemos fazer para alcançar Deus.

Tese 4: Sola Fide (a exclusividade da Fé como meio de Justificação)

Reafirmamos que a justificação é somente pela graça somente por intermédio da fé somente por causa de Cristo. Na justificação a retidão de Cristo nos é imputada como o único meio possível de satisfazer a perfeita justiça de Deus.

Negamos que a justificação se baseie em qualquer mérito que em nós possa ser achado, ou com base numa infusão da justiça de Cristo em nós; ou que uma instituição que reivindique ser igreja mas negue ou condene sola fide possa ser reconhecida como igreja legítima.

SOLI DEO GLORIA: A Erosão do Culto Centrado em Deus

(I Samuel 2:2: Não há santo como o SENHOR; porque não há outro além de ti; e Rocha não há, nenhuma, como o nosso Deus. II Samuel 7:22: Portanto, grandíssimo és, ó SENHOR Deus, porque não há semelhante a ti, e não há outro Deus além de ti, segundo tudo o que nós mesmos temos ouvido.)

Onde quer que, na igreja, se tenha perdido a autoridade da Bíblia, onde Cristo tenha sido colocado de lado, o evangelho tenha sido distorcido ou a fé pervertida, sempre foi por uma mesma razão. Nossos interesses substituíram os de Deus e nós estamos fazendo o trabalho dele ao nosso modo.

A perda da centralidade de Deus na vida da igreja de hoje é comum e lamentável. É essa perda que nos permite transformar o culto em entretenimento, a pregação do evangelho em marketing, o crer em técnica, o ser bom em sentir-nos bem e a fidelidade em ser bem-sucedido. Como resultado, Deus, Cristo e a Bíblia vêm significando muito pouco para nós e têm um peso irrelevante sobre nós.

Deus não existe para satisfazer as ambições humanas, os desejos, os apetites de consumo, ou nossos interesses espirituais particulares. Precisamos nos focalizar em Deus em nossa adoração, e não em satisfazer nossas próprias necessidades. Deus é soberano no culto, não nós. Nossa preocupação precisa estar no reino de Deus, não em nossos próprios impérios, popularidade ou êxito.

Tese 5: Soli Deo Gloria (a exclusividade do serviço e da adoração a Deus)

Reafirmamos que, como a salvação é de Deus e realizada por Deus, ela é para a glória de Deus e devemos glorificá-lo sempre. Devemos viver nossa vida inteira perante a face de Deus, sob a autoridade de Deus, e para sua glória somente.

Negamos que possamos apropriadamente glorificar a Deus se nosso culto for confundido com entretenimento, se negligenciarmos ou a Lei ou o Evangelho em nossa pregação, ou se permitirmos que o afeiçoamento próprio, a auto-estima e a auto-realização se tornem opções alternativas ao evangelho.


Compilação:

Rev. Alessandro Capelari

Fonte: Declaração de Cambridge


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