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Jesus está voltando
Interrupções.
Porque sou contrário a PL 122, a Lei da Mordaça.
Alguns Artigos da Constituição Federal
VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias;
VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;
IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;
Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado.
§ 3º - Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento
Genesis 19“Quando os mensageiros de Deus chegaram à casa de Ló em Sodoma e gomorra”.
3) Mas Ló insistiu tanto, que eles aceitaram e foram com ele para a sua casa. Ló mandou preparar um bom jantar e assar pães sem fermento. E os visitantes jantaram.
4) Mas, antes que eles fossem dormir, todos os homens de Sodoma, tanto os moços como os velhos, cercaram a casa.
5) Eles chamaram Ló e perguntaram: -Onde estão os homens que entraram na sua casa esta noite? Traga-os aqui fora para nós, pois queremos ter relações com eles.
9) Vocês sabem que os maus não terão parte no Reino de Deus. Não se enganem, pois os imorais, os que adoram ídolos, os adúlteros, os homossexuais,
10) os ladrões, os avarentos, os bêbados, os caluniadores e os assaltantes não terão parte no Reino de Deus.
27) E também os homens deixam as relações naturais com as mulheres e se queimam de paixão uns pelos outros. Homens têm relações vergonhosas uns com os outros e por isso recebem em si mesmos o castigo que merecem por causa dos seus erros.
28) E, como não querem saber do verdadeiro conhecimento a respeito de Deus, ele os entregou aos seus maus pensamentos, de modo que eles fazem o que não devem.
29) Estão cheios de todo tipo de perversidade, maldade, ganância, vícios, ciúmes, crimes de morte, brigas, mentiras e malícia. Caluniam
30) e falam mal uns dos outros. Têm ódio de Deus e são atrevidos, orgulhosos e vaidosos. Inventam maneiras de fazer o mal, desobedecem aos pais,
31) são imorais, não cumprem a palavra, não têm amor por ninguém e não têm pena dos outros.
32) Eles sabem que a lei de Deus diz que aqueles que fazem essas coisas merecem a morte. Mas mesmo assim continuam a fazê-las e, pior ainda, aprovam os que fazem as mesmas coisas que eles fazem.

Como Confiar em Deus em meio às crises.
Saudades do Jean, Flávia e Maria Fernanda...
“O que ocorre quando temos uma genuína experiência pessoal com Deus”
IPB Alvorada 13/02/11.
Texto Bíblico de:
“Isaías 6:1-8”
1- No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de suas vestes enchiam o templo. 2- Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas: com duas cobria o rosto, com duas cobria os seus pés e com duas voava. 3- E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória. 4- As bases do limiar se moveram à voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça. 5- Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos! 6- Então, um dos serafins voou para mim, trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; 7- com a brasa tocou a minha boca e disse: Eis que ela tocou os teus lábios; a tua iniqüidade foi tirada, e perdoado, o teu pecado. 8- Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim.
Introdução:
Você já teve uma experiência pessoal com Deus? O que isso trouxe de mudança na sua vida? (Ilustração do nordestino que se converteu...)
Uma experiência genuína com Deus que conversão na vida de uma pessoa. É necessário gerar mudança de atitudes, mudança de conceitos, mudança de vida.
Narração:
Isaías nos dá algumas informações importantes sobre o momento em que ele teve sua experiência com Deus. Ele nos diz que foi no ano da morte do Rei Uzias. Mas quem foi o Rei Uzias? Qual a relevância dessa nota?
Uzias foi um rei que, apesar de ter começado bem o seu reinado, conforme descrito em II Crônicas 26:4-5: “4- Ele fez o que era reto perante o Senhor, segundo tudo que fizera Amazias, seu pai. 5- Propôs-se buscar a Deus nos dias de Zacarias, que era entendido nas visões de Deus; nos dias em que buscou ao Senhor, Deus o fez prosperar.”
Infelizmente acabou por terminar o reinado muito mal, uma vez que permitiu que a soberba tomasse o seu coração achado que pudesse reinar de forma independente de Deus conforme nos relata II Crônicas 26:16-18: “16- Mas, havendo-se já fortificado, exaltou-se o seu coração para a sua própria ruína, e cometeu transgressões contra o Senhor, seu Deus, porque entrou no templo do Senhor para queimar incenso no altar do incenso. 17- Porém o sacerdote Azarias entrou após ele, com oitenta sacerdotes do SENHOR, homens da maior firmeza; 18- e resistiram ao rei Uzias e lhe disseram: A ti, Uzias, não compete queimar incenso perante o SENHOR, mas aos sacerdotes, filhos de Arão, que são consagrados para este mister; sai do santuário, porque transgrediste; nem será isso para honra tua da parte do SENHOR Deus.”
Não obstante às suas falhas, o rei Uzias foi um líder respeitado e admirado em Israel. E esse fato fazia com que o povo nutrisse um grande orgulho e um falso sentimento de segurança no seu coração. E Isaías faz questão de localizar sua visão nesse contexto do ano da morte do rei. Nesse momento de caos, desconfiança e desesperança foi que os olhos do profeta viram o Rei Eterno, o Deus dos céus, exatamente para expor o fato desse ano ter sido um ano de grandes crises para Israel.
Além de o povo ter perdido seu referencial de governante, a situação moral e espiritual da nação é descrita de uma forma muito vívida no capítulo 1:1-17, dizendo que: "Toda a cabeça está doente e todo coração enfermo. Desde a planta do pé até a cabeça não há nele cousa sã, senão feridas, contusões e chagas inflamadas, umas e outras não espremidas, nem atadas, nem amolecidas com óleo..." (Is.1:5-6)
Foi num tempo assim, de apostasia, de culto aparente, de dissolução moral, corrupção política, que Isaías subiu ao templo, à Casa do Senhor para buscar a face do Deus vivo. Foi ali que Deus o visitou de uma forma arrebatadora levando-o a tomar atitudes profundamente sérias diante dessa experiência impactante.
Hoje também estamos um momento de profundas crises:
Ø Ansiedade desenfreada,
Ø Desconfiança de tudo e de todos,
Ø Crises de autoridade,
Ø O hedonismo (busca desenfreada pelo prazer),
Ø Consumismo,
Ø Inversão de valores,
Ø Os absolutos sendo negados,
Ø O imediatismo dominante,
Ø Valorização das posses em detrimento das pessoas.
Essa similaridade de contextos históricos nos mostra que, assim como Isaías, hoje precisamos passar pela experiência de ver o Rei. Mas o que isso pode e deve significar para nós?
Isaías teve uma genuína experiência pessoal com o Senhor e isso mudou sua vida, sua visão e seu ministério. E é exatamente isso que vamos compartilhar nesse momento:
Título:
“O que ocorre quando temos
uma genuína experiência pessoal com Deus”
No meio de grandes crises morais e espirituais Deus se mostra de uma maneira reconfortante, e apresenta uma das belas facetas do seu caráter, a sua SANTIDADE. O conceito Bíblico de santidade é sempre um conceito de separação. Deus é o SANTO, completamente separado de toda malignidade do mundo.
O Deus Santo é o Deus que não se corrompe como o mundo, que não sucumbe às modernidades temporais, um Deus que não muda, que não tem sombra de variação, um Deus, firme, que tem seus julgamentos retos e seu amor e misericórdia inabaláveis. Não importa o quão corrupto seja o século vigente, o Deus a quem servimos não se influencia por ele.
Uma genuína experiência com o Senhor gera em nós um profundo reconhecimento da Santidade de Deus.
II) Reconhecimento e confissão de pecados: (V.5: Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos!)
Diante da santidade de Deus, à luz dessa santidade, Isaías reconhece seu estado de pecado, assim como todo o povo. Até o rei Uzias que iniciou seu reinado no temor do Senhor se corrompera na vaidade.
A santidade de Deus nos mostra como somos pecadores. “Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia; todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades, como um vento, nos arrebatam.” (Is.64:6)
Vivemos num mundo que nega os conceitos de pecado. Num mundo de licenciosidade e de pecaminosidade desenfreada. Crente que olha para a sua vida e não vê necessidade de confessar pecados, crente que se acostuma com seus pecados a ponto de não ver a necessidade de abandoná-los, precisa passar por uma genuína experiência com o Senhor. Precisa ver o Rei.
Uma genuína experiência com o Senhor gera em nós quebrantamento, reconhecimento e confissão de pecados.
III) Somos Tratados pela Graça: (Vv.6-7: 6- Então, um dos serafins voou para mim, trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; 7- com a brasa tocou a minha boca e disse: Eis que ela tocou os teus lábios; a tua iniqüidade foi tirada, e perdoado, o teu pecado.)
O Deus que é santo quer nos levar à essa santidade, até que Cristo seja formado em nós. O Senhor é quem nos diz: sede santos porque o Senhor é Santo.
Esse tratamento passa pela graça de Deus em Cristo Jesus, mas tem o preço do compromisso. A dor do reconhecimento da culpa e o fogo do Espírito depurando a vida. Todo crente genuíno se abre ao tratamento de Deus. Deus nos trata pelo fogo como um ourives trata e depura a prata (Sl.66:10).
Uma genuína experiência com o Senhor gera em nós a disposição para sermos tratados e purificados pela ação do Senhor.
IV) Nos tornamos disponíveis para a Obra: (V.8: Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim.)
Isaías foi tão impactado pela ação de Deus em sua vida, o seu coração foi tomado de tamanha gratidão que gerou nele uma disponibilidade para o trabalho.
Servir a Deus é privilégio. É louvor e adoração. Ser pastor, presbítero, diácono, líder de células, professor, líder ministerial, motorista, faxineiro, porteiro, cantor, enfim, servir a Deus em qualquer área é fruto de uma experiência com Ele...
Disponibilidade tem a ver com gratidão... Veja o que Isaías relata: ”Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós?...” Deus continua com a mesma pergunta ativa para os que têm uma experiência com Ele.
A conversão gera disponibilidade. Uma genuína experiência com o Senhor gera em nós disponibilidade para a Obra.
Conclusão:
Amados, o mundo precisa de cristãos, homens e mulheres; adultos, jovens e crianças que assumam a responsabilidade advinda da sua conversão. Uma vez que os nossos olhos viram ao Senhor, precisamos externar essa experiência através:
Ø De um profundo reconhecimento da santidade de Deus,
Ø Reconhecimento e confissão dos nossos pecados com a intenção de abandoná-los,
Ø Abertura irrestrita para o tratamento de Deus e para a purificação de Deus em nossas vidas,
Ø Disponibilidade imediata, grata e transbordante para o trabalho na Obra do Senhor.
Aplicação:
Amado, avalie ainda hoje como tem sido a sua experiência com o Senhor. O que a sua conversão gerou de mudança? Não precisa mudar mais nada? Os olhos precisam contemplar novamente o Rei? O Senhor nos tem chamado para proclamarmos sua santidade a todos... Que você possa dizer como Isaías: “...eis-me aqui, envia-me a mim.”
Em Cristo Jesus. A quem seja toda a Glória, Honra e Louvor por toda a eternidade. Amém.
Rev. Alessandro Capelari.